Não quero perder-te de vista, não abrirei mão de admirar teus olhos mais vezes. Tantas vezes até que o 'pra sempre' acabe, até que a morte me roube a alma e leve-a para lugar algum, para onde nem eu mesma sei. Não dá pra parar, não dá pra cansar de admirar os traços de teu rosto estranhamente familiar, não dá pra parar a vontade de fazer-te adormecer, acariciar teu rosto e teus cabelos numa noite de céu nublado e rua vazia. No silêncio das batidas de teu coração, no nosso silêncio, na nossa fantasia de noite qualquer.
Desejos
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
às
19:01
| Postado por
Ramona Nascimento
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